Observatórios portáteis 2010. Esta série foi realizada no campo, num espaço que já estava alterado pelo homem. Construíram-se histórias para fotografar, relacionadas com o aparente e o oculto.

A natureza serve de território de experiência para esconder segredos, acções que não se revelam directamente, e onde é preciso encontrar um referente visual para o qual é necessária a observação. E o que não se mostra directamente leva-nos a que o imaginemos, permitindo-nos a construção das nossas próprias histórias.

O corpo é introduzido nesta natureza domesticada e serve de pretexto para a construção de diferentes cenários, seja o de um crime ou de um refúgio, oscilando entre a ausência e a presença, entre a ironia e a perversão.

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Observatorios portátiles 2010. Esta serie fue realizada en el campo, en un espacio que ya estaba alterado por el hombre, se construyeron historias , relacionadas con lo aparente y  lo oculto, la naturaleza, territorio de experiencias para esconder secretos, acciones ocultas, donde es urgente encontrar una referencia visual para cada uno poder construir su propia historia.

El cuerpo introducido en la naturaleza domesticada sirve de pretexto para la construcción de escenarios, un crimen o un refugio para esconderse, ausencia y  presencia, ironía y  perversión.

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